19 de julho de 2016

Livro FORMULÁRIO FARMACÊUTICO MAGISTRAL

O Formulário Farmacêutico Magistral 2016 apresenta 981 fármacos e mais de 1.300 fórmulas de medicamentos manipulados, suas respectivas estabilidades, modos de preparo a partir de matérias-primas, cápsulas, comprimidos, ampolas, soluções para nebulização, sprays nasais, ou de outras formas farmacêuticas existentes.
A obra é ricamente referenciada e embasada na literatura farmacêutica internacional atual, de leitura fácil e objetiva, e assim, de grande utilidade aos estudantes de farmácia e aos profissionais da manipulação magistral no ambiente hospitalar e nas farmácias de manipulação. 
 
Sumário
 
  1. Agradecimentos
  2. Nota
  3. Manipulação Magistral
  4. Medicamentos em Dermatologia
  5. Preparações Tópicas Semisólidas
  6. Medicamentos em Oftalmologia
  7. Glossário Dermatológico
  8. Glossário Farmacêutico
  9. Tabela de pH
  10. Fórmulas Farmacêuticas

16 de junho de 2016

IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS DA DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS ORAIS, NA AUSÊNCIA DE ATENÇÃO FARMACÊUTICA, EM UMA CLÍNICA ONCOLÓGICA PRIVADA

Edwiges de Lima Santos – edwiges_s@yahoo.com.br – Taubaté/SP - Instituto de Oncologia do Vale; Daniel Oliveira de Souza - daniel.oliveira@iov.med.br – São José dos Campos/SP – Instituto de Oncologia do Vale

Introdução: Diversos fatores são impactantes na adesão do paciente ao tratamento com medicamentos de uso oral, ocasionando muitas vezes uma piora do quadro do paciente ao invés da cura da doença ou melhora da qualidade de vida. A atenção farmacêutica leva a uma farmacoterapia racional, minimizando o problema relacionado com medicamento e sua interferência nos resultados terapêuticos. Objetivo: Identificar riscos da ausência de atenção farmacêutica aos pacientes em tratamento domiciliar que recebem a medicação oral diretamente pelo convênio, em comparação com os que retiram na clínica e receberam atenção farmacêutica. Metodologia: Foi realizado levantamento dos pacientes em tratamento via oral, e dos 13% que recebem a medicação pelo convênio, foi aplicado questionário no mês de julho de 2015 por telefone. Levantaram-se as informações que foram comparadas com os pacientes que retiram a medicação na clínica do período de janeiro a junho de 2015. Resultados: 93,3% dos pacientes não tiveram oferta de atenção farmacêutica pelo serviço que entrega a medicação e consideram importante essa atenção. 66,7% são polimedicamentosos e 26,7% já tiveram dúvidas de interação medicamentosa. Dos pacientes que retiram medicação na clínica, 100% tiveram seus medicamentos reconciliados quando iniciaram, mudaram ou reiniciaram o tratamento, destes 74% são polimedicamentosos. 22% precisaram de algum tipo de intervenção e/ou orientação farmacêutica. Conclusão: A atenção farmacêutica beneficia o paciente em uso de medicação oral por meio da reconciliação medicamentosa proporcionando intervenções farmacêuticas vitais para a promoção da saúde. Os pacientes que não recebem esse serviço acabam expostos a riscos impactantes em seu tratamento.

Poster in: ANAIS DO CONGRESSO - VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE FARMACÊUTICOS EM ONCOLOGIA - 20 a 22 de maio de 2016 - Florianópolis - SC


30 de maio de 2016

USO DE DECIMAIS EM RÓTULOS DE MEDICAMENTOS


Para evitar erros, não seria mais adequado 1 mg/mL ao invés de 1,0 mg/mL.

(ISMP BRAZIL) : uso de zero após a vírgula para expressar números inteiros (5,0 miligramas em vez de 5 miligramas pode ser confundido com 50 miligramas se a vírgula ficar pouco evidente) também têm sido associados a erros de medicação;

"Abreviaturas, símbolos y expresiones de dosis asociados a errores de medicación". Otero MJ, Martín R, Domínguez-Gil A. Farm Hosp. 2004; 28: 141-4.

"Prevención de errores de medicación. Errores por etiquetado o envasado similar o inapropiado". Farm Hosp. 2003; 27: 396-400.

FRASCOS DE INSULINA COM CORES IDÊNTICAS: COM A PALAVRA A ANVISA


Em abril de 2016 ocorreu o ALERTA DE FARMACOVIGILÂNCIA DA ISMP BRASIL. Alerta de segurança sobre risco de troca de frascos de vacina da gripe, entretanto, digo ATENÇÃO: todos os frascos de vacina tem a mesma cor VERDE.


AVALIAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE REAÇÃO ADVERSA A MEDICAMENTO E OS SINTOMAS ACOMETIDOS IMEDIATOS À INFUSÃO DE QUIMIOTERÁPICOS NO CENTRO DE QUIMIOTERÁPIA AMBULATORIAL UNIMED CAMPINAS

Ivo Catarin Neto, ivo@unimedcampinas.com.br;
Dayane Mara de Souza, dayanem@unimedcampinas.com.br;
Barbara de Campos, barbarac@unimedcampinas.com.br;
Bartira Guicardin Vercelino, Bartira@unimedcampinas.com;
Luiz Guilherme Michelini Bueno, michelini@unimedmcapinas.com.br;
Marina Mosca Pedroso, marinap@unimedcampinas.com.br;
Roberta Marilia Baia, baia@unimedcampinas.com.br;
Natalia Sueli dos Santos, natalias@unimedcampinas.com.br.

Unimed - Campinas - SP

Introdução: Farmacovigilância segundo a OMS é a ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados ao medicamento. A notificação das reações adversas imediatas e/ou tardias a infusão de quimioterápicos, o conhecimento da gravidade e das alternativas para o controle e prevenção também são alvos de estudo da farmacovigilância e fazem parte das medidas de segurança do paciente.

Objetivo: O objetivo desse trabalho foi realizar um levantamento das fichas de Notificações de Suspeita de Reações Adversas ao Medicamento (RAM), observando quais as incidências dos medicamentos e quais os órgãos/ sistemas acometidos por essas reações adversas.

Metodologia: Foi realizado um levantamento das fichas de Notificações de Suspeita de RAM's do Centro de Quimioterapia Ambulatorial Unimed Campinas do período de Junho de 2014 à Dezembro de 2015, identificando os medicamentos envolvidos e os sintomas apresentados.

Resultados: Neste estudo, foram avaliadas 143 Notificações de Suspeita de RAM que envolveram 16 medicamentos, os quais foram: Oxaliplatina (20,98%), Rituximabe (18,18%), Docetaxel (15,38%), Carboplatina (14,69%), Paclitaxel (10,49%), Cetuximabe (5,59%), Cisplatina (3,5%), Irinotecano (3,5%), Omalizumabe (2,8%) e outros (4,9%). E a incidência de 226 sintomas apresentados: Rubor Facial (40,27%), Dispneia (22,12%), Prurido (15,04%), Rash Cutanêo (4,42%), Mal estar geral (3,9%) e outros (14,14%).

Conclusão: o estudo evidenciou que os análagos da platina, taxanos e os anticorpos monoclonais foram os medicamentos com maior incidência em causar reações adversas; o sistema tegumentar e o respiratório foram os mais acometidos pelas reações, sendo o Rubor Facial e Dispnéia os sintomas com maior evidência. Conclui-se também que é necessário maior atenção da equipe de farmácia e enfermagem no processo de conferência das prescrições, avaliando se há préquimioterápicos necessários para evitar possíveis RAM's, garantindo mais uma etapa da segurança do paciente e deixando clara a importância da realização de notificações também em unidades de saúde oncológica.

Poster in: Anais do VIII Congresso SOBRAFO - 20 a 22 de maio de 2016 - Florianópolis - SC